Cresci com meu saudoso avô Raimundo Valentim dizendo: “Por falta de um grito se perde uma boiada”. Percebi que aquele ditado popular não servia apenas para o vaqueiro que tangia a boiada da Fazenda Baixa do Afonso, onde passávamos férias e feriados, mas para muitas situações na vida.
Pois bem, talvez justamente por falta de um grito, na novela dos R$ 850 milhões do Banco do Brasil que vai se desmanchar em obras no Rio Grande do Norte, a cidade de Macau ficou de fora. Veio logo a lembrança do provérbio popular que reflete bem o quanto é perigosa a omissão, a falta de coragem de gritar quando se faz preciso.
Não é incoerência deste jornalista com o comportamento que assistimos de alguns apoiadores de Robinson Faria, afirmar que na oposição de Macau falta o grito que estimule o agrupamento, o ajuntamento, a atitude coletiva, em direção a um mesmo caminho. Enquanto isso não ocorrer, a "boiada" ficará sem comando de direção, sem definição do rumo a seguir, sem a força da união, do sentimento unificado.
E sem o grito de encaminhamento, é muito provável que o rebanho se dirija para a trilha errada, e o que é pior, disperso, cada boi procurando encontrar seu próprio destino. Perdido no sentido coletivo e fragilizado para qualquer reação ou retomada na procura de reencontrar o caminho certo.
Sobre o episódio dos 850 milhões, resta chorar o leite derramado!
Pois bem, talvez justamente por falta de um grito, na novela dos R$ 850 milhões do Banco do Brasil que vai se desmanchar em obras no Rio Grande do Norte, a cidade de Macau ficou de fora. Veio logo a lembrança do provérbio popular que reflete bem o quanto é perigosa a omissão, a falta de coragem de gritar quando se faz preciso.
Não é incoerência deste jornalista com o comportamento que assistimos de alguns apoiadores de Robinson Faria, afirmar que na oposição de Macau falta o grito que estimule o agrupamento, o ajuntamento, a atitude coletiva, em direção a um mesmo caminho. Enquanto isso não ocorrer, a "boiada" ficará sem comando de direção, sem definição do rumo a seguir, sem a força da união, do sentimento unificado.
E sem o grito de encaminhamento, é muito provável que o rebanho se dirija para a trilha errada, e o que é pior, disperso, cada boi procurando encontrar seu próprio destino. Perdido no sentido coletivo e fragilizado para qualquer reação ou retomada na procura de reencontrar o caminho certo.
Sobre o episódio dos 850 milhões, resta chorar o leite derramado!
Oposição unida apoiou Robinson, mas passadas as eleições interesses individuais prevalecem


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